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Blog Imóveis Curitiba - o jornal eletrônico de imóveis

March06

Edificio Porto Bellagio apresenta arquitetura inovadora

Categorias: Apartamentos, Imóveis em Curitiba

Do material que repele a poeira à automação nos apartamentos, a tecnologia empregada na construção de edifícios se mostra cada vez mais aperfeiçoada. No bairro Juvevê, em Curitiba, o empreendimento Porto Bellagio, da Construtora Hugo Peretti, com entrega prevista para 2012, ilustra de várias maneiras o emprego da alta tecnologia. Trata-se de um condomínio residencial, cujo planejamento se destaca em virtude das inovações em arquitetura e da funcionalidade. O volume elíptico cria um inusitado desenho, quebrando a rigidez das linhas retas do entorno e possibilitando melhor ventilação entre as duas torres do empreendimento.
A fachada foi projetada com a tecnologia do Alucobond - chapas metálicas compostas por duas folhas de alumínio e um núcleo maciço de polietileno de baixa densidade. O material tem propriedade anti-pichação, antirriscos, repele a poeira e é resistente às intempéries. Ainda na fachada, a utilização de vidros “structural glazing” em toda a parte frontal do prédio atingirá também parte do living privativo e os elevadores panorâmicos – um dos pontos altos do projeto – e garantirá boa resistência ao impacto de objetos, baixa transmissão de temperatura e excelente reflexão dos raios infravermelhos. Tudo isso sem comprometer a relativa transparência que todo vidro deve ter, garantindo ainda uma redução nos índices de reflexão de raios geradores de calor.

Publicado por blog em 06 de March de 2012

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March06

Cresce a participação das mulheres no mercado imobiliário

Categorias: Mercado imobiliário

Elas estão conquistando cada vez mais espaço nas universidades, no mercado de trabalho e também no ramo imobiliário, especialmente, quando se trata de locação. Um levantamento realizado pela empresa paranaense Senzala Imóveis revelou que o número de inquilinas cresceu 29% na imobiliária em 2011, em relação ao ano anterior. “As pessoas estão casando mais tarde e as mulheres querem primeiro se estabilizar profissionalmente e financeiramente para depois pensar em constituir a família”, analisa a gerente da imobiliária, Augusta Coutinho Loch.
De acordo com ela, as inquilinas são, em sua maioria, mulheres jovens e solteiras, que chegam à capital paranaense para cursar a universidade, crescer profissionalmente, por conta de transferências pelas empresas onde trabalham, ou porque vão se casar. Nestes casos, a busca é por apartamentos com 50 metros quadrados de área útil, em média, um ou dois dormitórios e custo total de R$ 1 mil por mês.
“Algumas preferem, no mínimo, dois dormitórios para receber visitas de parentes, ou são estudantes que os pais vêm de fora. Os imóveis com um dormitório são para as mulheres que não recebem muitas visitas, não têm carro e querem diminuir custos”, explica Augusta. Para estas, o critério de escolha do imóvel é a proximidade do local em que trabalham e estudam, facilitando o deslocamento. Na área interna, cozinha e suíte são os ambientes que pesam na avaliação. “Ambos os cômodos devem ter armários e um bom tamanho”, destaca.
Outro público que tem aumentado a sua participação para o aluguel de imóveis em Curitiba são as mulheres com idade entre 40 e 60 anos, muitas delas por motivos de divórcio. “Neste caso, elas optam por apartamentos maiores, geralmente antigos, por estarem acostumadas a morar em grandes residências. Além disso, aceitam que o imóvel esteja mais afastado da região central, para diminuir o custo e porque normalmente tem carro, o que facilita o deslocamento”, analisa Augusta.
No momento da assinatura do contrato, a gerente da Senzala Imóveis conta que as mulheres apresentam vantagem. “As mulheres são mais práticas para a organização dos documentos e da ficha cadastral, o que torna o processo de locação mais ágil”, compara.
A participação das mulheres como proprietárias de imóveis também apresenta crescimento. Na Senzala Imóveis, a quantidade dobrou no ano passado, em relação a 2009. E, se engana quem pensa que isto é motivado pelo recebimento de herança. “Muitas estão investindo em imóveis para ter uma renda futura. Elas compraram apartamentos novos, na planta, e estão pagando o financiamento com o rendimento do aluguel”, revela Augusta.

Publicado por blog em 06 de March de 2012

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March05

Novo grupo da Ademilar faz primeira assembleia

Categorias: Consórcio imobiliário

Acontece agora em março a primeira assembleia do novo grupo da Ademilar Consórcio de Imóveis, o 460. Os créditos variam de R$ 150 mil a R$ 300 mil e as parcelas iniciam em R$ 796,71 (após a 10ª prestação). A Ademilar trabalha com parcelas reduzidas, ou seja, o cliente pode optar por pagar menos até ser contemplado. Depois, os valores são recalculados.
As contemplações do grupo, que tem prazo de 180 meses e pode chegar a mil participantes, acontecem por sorteio, lance livre e lance fixo de 50 parcelas. “Esta é uma ótima oportunidade de negócio para quem pretende comprar, construir um imóvel ou mesmo fazer um investimento. Os que já possuem uma ou mais cotas, podem adquirir outra pensando em aumentar o patrimônio da família”, afirma Tatiana Schuchovsky Reichmann, superintendente da Ademilar.

Publicado por blog em 05 de March de 2012

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March02

10 dicas para não ter problemas na hora do financiamento

Categorias: Dicas

Descubra maneiras de se organizar para que tudo corra bem durante a compra de seu novo lar.

O sonho da casa própria leva milhões de pessoas todos os anos a buscar financiamento, mas a realização deste sonho pode trazer muitas dores de cabeça. Cobranças de taxas inadequadas, taxa de abertura de crédito perdida se o crédito não for aprovado, vendas casadas e outros inúmeros problemas levam a muitas reclamações durante o ano todo. Para evitá-los, o melhor a fazer é estar bem informado. Então confira as dicas e financie o seu imóvel sem problemas:

1- Escolha a modalidade de financiamento mais adequada para o seu perfil: financiamento bancário, consórcio, financiamento direto com a construtora;

2- Simule e analise o valor das primeiras às últimas prestações do financiamento em diversas instituições;

3- Faça as contas: analise qual é a sua reserva financeira, proveniente de FGTS ou outros investimentos, que possam servir para dar como entrada no imóvel; coloque em uma planilha todas as suas despesas principais e veja com o quanto você pode se comprometer para pagar as parcelas;

4- Esteja ciente das exigências para obter crédito junto ao banco: a pessoa não pode apresentar restrições cadastrais em seu nome, e o valor da prestação mensal não pode ultrapassar 30% sobre o valor do salário líquido disponível, ou seja, após descontadas outras despesas fixas e/ou empréstimos. O ideal é aprovar o crédito antes de assinar o contrato de compra do imóvel;

5- Analise com um consultor de confiança os termos que desconhece no contrato;

6- Esteja atento à documentação necessária, tanto do imóvel, quanto do comprador e do vendedor;

7- Programe-se financeiramente para pagar as taxas extras: as despesas com cartório para escritura e registro, giram em torno de 2% a 3% do valor do imóvel. Além disso, há o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município;

8- Esteja ciente e seguro de que tem condições financeiras para assumir as prestações no prazo determinado. A inadimplência pode levar à perda do bem e de todo o valor investido nele;

9- Lembre-se: quanto maior é o prazo para quitar o financiamento, maior será a incidência de juros e o valor final pago pelo imóvel, portanto, utilize o FGTS ou outras reservas financeiras para abater a dívida ao longo dos anos;

10- Prepare-se para imprevistos: pense na estabilidade do emprego e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda para quitar as parcelas.

Fonte: www.imovelweb.com.br

Publicado por blog em 02 de March de 2012

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February16

Grupo Brasil Brokers adquire 55% da Bamberg Consultores de Imóveis

Categorias: Mercado imobiliário

Com o novo negócio, empresa aumenta ainda mais sua participação no mercado de imóveis prontos na cidade de São Paulo.

A Brasil Brokers, maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país, acaba de adquirir 55% do capital social da Bamberg Consultores de Imóveis, com sede em São Paulo, com um pagamento inicial de R$ 10,2 milhões. Para a aquisição dos 45% restantes, a empresa deverá efetuar o pagamento em quatro parcelas anuais variáveis, calculadas com base em uma estrutura de earn-out, em função dos resultados futuros alcançados. O investimento estimado por 100% da Bamberg é de R$ 25,5 milhões.
A Bamberg Consultores de Imóveis é líder na intermediação de imóveis prontos de alto padrão na Zona Sul de São Paulo (SP). Segundo estimativas da Área de Inteligência Competitiva da Brasil Brokers, a imobiliária sozinha possui 15% de share de mercado nessa região.
“Seguimos firmes em nossa estratégia de crescimento no mercado de imóveis prontos em São Paulo. A Bamberg é referência de empresa moderna, eficiente e muito bem administrada. Exatamente o que procuramos para a Brasil Brokers. Essa aquisição poderá aumentar nossas vendas de imóveis prontos na cidade de São Paulo em aproximadamente 45%”, explica Álvaro Soares, Diretor Financeiro e de RI da Brasil Brokers.
No mercado há 26 anos, a Bamberg Consultores de Imóveis possui hoje uma agência no Alto da Boa Vista. Com 65 corretores, a empresa movimentou em 2011 cerca de R$ 200 milhões com negociações de imóveis avulsos nos segmentos residencial e corporativo.

Sobre a Brasil Brokers
Constituída em janeiro de 2007, a Brasil Brokers é hoje o maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país. A companhia está presente em 15 estados mais o Distrito Federal. A Brasil Brokers conta com mais de 17 mil corretores em mais de 1.100 pontos de venda espalhados por todo o país.

Publicado por blog em 16 de February de 2012

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February13

Procura por imóveis comerciais para locação deve crescer 10%

Categorias: Imóveis comerciais

O Centro ainda é a região preferida para a os empreendedores que pretendem locar um imóvel comercial em Curitiba, e a procura é grande nesta época do ano. De acordo com a gerente da Senzala Imóveis, Augusta Coutinho Loch, nos meses de janeiro e fevereiro, muitos estabelecimentos estão em processo de desocupação, o que incrementa a procura. “Só na imobiliária, esperamos um crescimento de 10% busca de unidades comerciais para aluguel, em relação aos primeiros meses do ano passado”, prevê.
Os estabelecimentos situados próximo ao calçadão da XV continuam entre os mais solicitados e, ao mesmo tempo, têm a menor disponibilidade de unidades para a instalação de lojas. Entretanto, Augusta afirma que para os profissionais liberais, especialmente da área médica, o destino é outro. “Registramos uma grande procura de escritórios para locação nas regiões do Batel, Água Verde, Cabral e Juvevê. O principal motivo é que, geralmente, os imóveis da região central não dispõem de estacionamento”, explica.
Para a gerente da imobiliária, o crescimento da procura por imóveis comerciais para locação nos bairros é uma tendência em Curitiba. “Hoje os bairros, especialmente os mais afastados do centro, estão se tornando independentes em termos de comércio e serviço. Eles têm vida própria. Além disso, muitas pessoas não estão dispostas a fazer grandes deslocamentos para ir ao centro”, analisa.
A produção imobiliária na capital paranaense parece confirmar a previsão. Segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), embora o número de unidades comerciais lançadas em edifícios ainda predomine na região central (381 imóveis), áreas como Batel e Água Verde (231 imóveis), Portão (70 imóveis) e Ecoville (43 imóveis) começam a se destacar.
Augusta diz ainda que, em alguns casos, há a preferência pela locação de imóveis comerciais na Região Metropolitana. “Algumas pessoas que moram em Curitiba optam por abrir o seu negócio nestas localidades para atender um público diferenciado e evitar a concorrência por serviços dos grandes centros urbanos”, revela.
O perfil dos inquilinos é bastante diversificado, compreendendo recém-formados e trabalhadores de grandes empresas que querem abrir o próprio negócio, bem como proprietários de grandes clínicas e escritórios de advocacia que precisam ampliar as instalações.
Quem está decidido a se tornar empreendedor, deve estar atento às finanças. De acordo com dados do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi/PR), no ano passado, o preço de oferta para locação de imóveis comerciais, em Curitiba, teve alta de 17,8%. O preço médio do aluguel por metro quadrado, calculado em cima da área total, em dezembro de 2011, ficou em R$ 17,51 para os conjuntos comerciais, R$ 17,14 para as casas comerciais, R$ 12,09 para os barracões industriais e R$ 20,45 para as lojas.

Cuidados com o alvará – Algumas providências devem ser tomadas pelo empreendedor antes de locar o imóvel comercial, especialmente para a instalação de lojas. Augusta orienta que o inquilino verifique a viabilidade do negócio na região escolhida. Para isso, ele deve solicitar a Guia Azul, junto à prefeitura, mediante a apresentação da indicação fiscal do IPTU do imóvel, para verificar se o mesmo está apto para receber a atividade e se devem ser realizadas melhorias. Além disso, é necessário ter a certeza de que haverá a liberação do alvará de funcionamento pelo órgão público. “Isto é importantíssimo porque se o imóvel for locado e o alvará não for liberado, a responsabilidade é de exclusividade do inquilino”, explica a gerente da Senzala Imóveis.

Publicado por blog em 13 de February de 2012

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February06

Demora nos desligamentos habitacionais pode trazer prejuízos a compradores e construtoras

Categorias: Mercado imobiliário

O número de unidades entregues em Curitiba deve bater o recorde em 2013, totalizando 10.909 apartamentos, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR). O montante quase quatro vezes maior do que em 2011 e 48% a mais do que a expectativa de entregas para este ano. Proporcionalmente, o desligamento de unidades habitacionais também deve crescer na capital paranaense e é importante que o processo seja ágil para evitar prejuízos a compradores e construtoras.
De acordo com a advogada do escritório Santos Silveiro, Lourdes Helena Rocha dos Santos , é essencial que os agentes financeiros e órgãos públicos estejam aparelhados para atender a demanda e que as empresas da construção civil se antecipem aos prazos. “É necessário o esforço de todas as partes envolvidas, inclusive dos cartórios de registro de imóveis que terão uma demanda extraordinária”, observa.
Lourdes explica que o processo de desligamento é a fase que compreende a assinatura do financiamento, em que o comprador toma empréstimo junto ao agente financeiro para quitar o saldo vendedor do contrato e a construtora recebe este valor do banco, e dá a quitação ao comprador, transmitindo-lhe a propriedade do imóvel. O bem fica alienado ao banco até a conclusão do pagamento.
Segundo a advogada, o prazo médio de realização do desligamento, para que o processo seja considerado bom, é de 30 a 45 dias após a emissão do Habite-se e da averbação da conclusão das obras. “A aprovação do crédito do comprador e a regularização do empreendimento e da documentação da empresa vendedora são indispensáveis para que isto aconteça. Por isso, recomenda-se que a construtora ou incorporadora dê início ao processo de análise de cadastro e renda do cliente, com antecedência ao prazo previsto para o término da obra, a fim de não atrasar o processo”, analisa Lourdes.
A demora no desligamento da unidade habitacional traz consequências para comprador e construtora. Lourdes conta que, para a esta, o resultado é um retardamento do repasse dos recursos da parcela do financiamento, que tem como ônus os encargos financeiros sobre o valor do empréstimo que lhe foi concedido para a realização da obra. Para o comprador, o atraso faz com que tenha que esperar mais tempo para receber a chave do imóvel. “Isto pode gerar uma frustração em relação à aquisição e até o desembolso de um valor maior de recursos do que o planejado, pois, em alguns casos, ele ainda terá que manter o aluguel”, explica.
Para a advogada do Santos Silveiro, o maior gargalo no processo de está na aprovação do crédito do mutuário. “Como o período de construção é longo, a renda do comprador pode mudar até a contratação do financiamento, que pode não se encaixar no rendimento mínimo exigido, ou surgir algum problema em seu cadastro, como a inscrição do seu nome nos programas de proteção ao crédito”, avalia.

Publicado por blog em 06 de February de 2012

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February02

Saiba calcular o reajuste do seu aluguel

Categorias: Aluguel de imóveis

O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, entre fevereiro de 2011 e janeiro de 2012, variação acumulada de 4,53%, o menor reajuste desde junho de 2010, quando a alta foi de 4,18%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em fevereiro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Segundo o gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Roberto Azakawa, o reajuste deve ser aplicado integralmente.
“Provavelmente o reajuste será aplicado de forma integral, por ser a menor variação acumulada do indicador desde o reajuste de junho de 2010 (…) Além disso, no caso específico da cidade de São Paulo, os aluguéis novos têm subido mais do que aqueles em andamento, desestimulando as pessoas a trocarem o aluguel atual por um novo”.

Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1 mil até janeiro passa a custar R$ 1.045,30 a partir de fevereiro, pelos próximos 11 meses.
Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até janeiro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em fevereiro.
O Secovi divulga um fator de multiplicação direta, que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em fevereiro e pagamento ao final do mês de fevereiro ou no início de março é de 1,0453.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel dos últimos cinco meses:

Por: Gladys Ferraz Magalhães
Fonte: infomoney

Publicado por blog em 02 de February de 2012

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January31

Apoio à construção civil

Categorias: Geral

A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano após ano. Em 2012, empresários do ramo estimam que o setor continuará aquecido e vai expandir a uma taxa perto de 5%, mesmo patamar registrado em 2011. Trata-se de uma demonstração clara da força crescente do mercado interno, do aumento de renda da população e da ascensão de milhões brasileiros ao mercado de consumo.
O trabalhador é, certamente, o grande beneficiário desse ‘boom’ da construção civil. No primeiro semestre de 2011, o setor foi o segundo que mais gerou empregos formais no País. Foram abertos 186 mil novos postos de trabalho, patamar perto dos 235 mil gerados pela agricultura. E esses empregos com carteira assinada significam mais consumo, mais vendas, mais produção e, afinal, ainda mais empregos.
É por isso que os três níveis de governo precisam avançar com as políticas que estimulam a construção civil. No entanto, devem atuar para diminuir os gargalos do setor. Um deles é a qualificação da mão de obra. Sem profissionais competentes de engenharia civil e bons mestres de obra, pintores, eletricistas e assentadores de cerâmica, entre outros, os empreendimentos passam a enfrentar problemas sérios como crescimento do número de acidentes de trabalho, atraso no cronograma das obras e queda da qualidade do produto final.
A modernização dos métodos construtivos é outro desafio importante. Os investimentos em novas máquinas e equipamentos serão essenciais para construir mais unidades, com prazos mais reduzidos e com custos menores. E também, com inovação tecnológica e mão de obra mais capacitada, experimenta-se uma elevação da produtividade, e essa é uma das formas para assegurar a manutenção de taxas de crescimento altas e, com elas, mais e melhores oportunidades de emprego.
Fonte: O Dia Online

Publicado por blog em 31 de January de 2012

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January27

Crédito imobiliário da Caixa deve crescer 20% neste ano

Categorias: Mercado imobiliário

Nos primeiros 20 dias do ano, a Caixa aprovou R$ 4,38 bilhões em financiamentos imobiliários, alta de 75,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A expansão dá ideia do ritmo que o banco quer imprimir às suas operações.
O objetivo é ampliar a liberação de empréstimos imobiliários em 20% neste ano, com o volume total de novos contratos passando de R$ 80 bilhões para R$ 96 bilhões. “Acreditamos que é possível chegar aos R$ 100 bilhões, já que no segundo semestre o ritmo das operações costuma ser mais forte”, disse o vice-presidente, José Urbano Duarte. Dos R$ 96 bilhões, R$ 41,3 bilhões são para o programa Minha Casa, Minha Vida, subsidiado pelo governo, destinado a famílias com renda de até R$ 5 mil.

Publicado por blog em 27 de January de 2012

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