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Blog Imóveis Curitiba - o jornal eletrônico de imóveis

Categoria ‘Mercado imobiliário’

May15

Ademi/PR realiza palestra gratuita sobre os riscos ambientais da incorporação imobiliária

Categorias: Mercado imobiliário

A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR) realiza no dia 24 de maio, a partir das 19 horas, no auditório do Sinduscon/PR (Rua da Glória, 175) a palestra “Riscos ambientais no mercado imobiliário: licenciamento ambiental, resíduos sólidos e legislação aplicável”. Os advogados Marcelo Buzaglo Dantas e Marcos Bruxel Saes vão apresentar três casos relacionados ao tema e debater a legislação ambiental de Curitiba, com enfoque nas questões de áreas verdes e de sistemas de gerenciamento de resíduos sólidos. O evento, com capacidade para 250 pessoas, é aberto ao público. A inscrição é gratuita e a presença deve ser confirmada pelo e-mail contato@markmesse.com.br Informações: (41) 3521-6226.

Publicado por blog as 15 de May de 2012

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May14

Construtora Hugo Peretti lança nova campanha institucional

Categorias: Mercado imobiliário, Novidades

Ar “retrô” utilizado nas peças remete à tradição e valores da empresa, que permanecem os mesmos desde sua fundação.

A tradicional construtora paranaense Hugo Peretti acaba de lançar sua nova campanha institucional, intitulada “Apartamentos mudam. Valores não”. Criada pela agência Cross Marketing, especializada em planejamentos de marketing para o segmento da construção civil, a campanha reforça a diretriz da construtora desde sua fundação, em 1945 – a de construir imóveis com mais valor percebido pelo cliente. “A história da empresa mostra claramente que esse compromisso, transmitido de geração a geração, prossegue imutável mesmo que os imóveis tenham mudado ao longo das décadas”, assinala o planejador de mercado Rodrigo Corrêa de Barros, da Cross Marketing.
Entre as características do trabalho da Hugo Peretti, destacam-se projetos e construções modernas, utilização de insumos de alto padrão, emprego de tecnologia de ponta, engenharia voltada para o alto desempenho e cumprimento de prazos. “Tudo isso mostra que a empresa mantém intocados seus valores. A partir dessa análise, elaboramos uma campanha com visual “retrô”, como um retorno ao tempo em que a empresa nasceu. A linguagem é propositadamente antiga e provoca uma nostalgia boa em dias de agitação contínua, estresse e ansiedade, nos quais as pessoas questionam a perda de certos valores”, analisa o planejador. Para o diretor geral da Construtora Hugo Peretti, Hugo Peretti Neto, “respeito ao cliente, educação e compromisso são alguns desses valores que nunca devem mudar”.
Para conseguir o efeito esperado foram utilizadas ainda fotografias originais, tiradas nos Estados Unidos entre os anos 1940 e 1960. São flagrantes do estilo de vida familiar que acabou sendo incorporado ao mundo moderno. “Combinados, todos os elementos resultam em um visual contrastante que atinge o objetivo de levar ao mercado uma mensagem institucional verdadeira e original”, finaliza Rodrigo.

Publicado por blog as 14 de May de 2012

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May07

Entidade defende trabalho integrado e pulverização na venda de títulos para desenvolvimento imobiliário da Linha Verde

Categorias: Imóveis em Curitiba, Mercado imobiliário

Um trabalho integrado de instituições públicas e empresas para a obtenção de resultados no longo prazo. Para o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, esta deve ser a tônica da Operação Urbana Consorciada da Linha Verde, programa municipal que pretende estimular os lançamentos imobiliários em torno da via e que deve ser iniciado a partir deste ano. “A Linha Verde é a última grande área para desenvolvimento imobiliário vertical em Curitiba. É uma região que tende a se desenvolver, mas ainda é muito carente em infraestrutura e equipamentos públicos”, avalia.
Para Selig, a mobilidade urbana é uma das principais preocupações das construtoras e incorporadoras para a implantação de empreendimentos na região. “Se a proposta é promover o adensamento por meio da verticalização, é essencial oferecer à população acesso ao transporte público e facilidade de deslocamento, com a implantação de trincheiras e viadutos”, defende.
O programa será viabilizado mediante a venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPACs), totalizando 4,83 milhões de títulos, com valor mínimo de R$ 200,00 e lastreados pela Câmara de Valores Imobiliários (CVI). Os certificados vão permitir a construção de uma área de 4,4 milhões de metros quadrados no eixo Norte-Sul, especialmente para habitação. “Esta potencialização poderia ser ampliada para outras áreas da cidade, inclusive com a possibilidade de construção de garagens no subsolo, sem impactos para o potencial construtivo das edificações”, comenta Selig.
Mesmo considerando uma excelente alternativa para a captação de recursos pela prefeitura, o presidente da Ademi/PR não descarta a existência de um mercado secundário de venda dos títulos e defende a pulverização das negociações para minimizar a especulação. “Hoje os custos de construção estão muito elevados e, se houver um aumento no valor do potencial para revenda, pode-se frear o desenvolvimento imobiliário na Linha Verde”, analisa Selig.

Publicado por blog as 07 de May de 2012

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April16

Geração Y: jovens querem imóveis bem localizados e pequenos

Categorias: Mercado imobiliário, Novidades

A localização parece ser o fator fundamental na hora dos jovens escolherem um local para morar. Eles buscam, principalmente, casas ou apartamentos próximos a supermercados, farmácias e shoppings e também perto de onde estudam e trabalham. Estar próximo aos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial. De acordo com o diretor comercial e de localizações da Primar Administradora de Bens, Carlos Freitas, os bairros centrais estão entre as primeiras opções daqueles que têm ente 15 e 25 anos.
Sem perder tempo
Essas preferências se justificam pela aversão do jovem em perder seu tempo, já que, morando longe dos locais de onde trabalham e estudam, ele passa muito tempo no trânsito, enquanto poderia estar estudando ou mesmo se divertindo.O perfil dos jovens de hoje é bastante diferente, se comparado ao de outras gerações. Esse grupo que faz parte da geração Y é composto por indivíduos que possuem maior nível de escolaridade e que conseguem alavancar sua carreira de forma mais rápida.“Além disso, o acesso ao crédito está mais fácil e existem várias opções que ajudam na hora de comprar ou alugar um imóvel”, afirma Freitas. Agora, o casamento não é mais o único motivo para sair de casa. O trabalho e o estudo são fatores importantes para tal decisão.
O tamanho
Além da localização, o tamanho do imóvel também é um ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente. Os imóveis pequenos, que têm de um a dois quartos, normalmente são suficientes para acomodar os jovens. Os solteiros ou os casados que ainda não têm filhos usualmente dispensam grandes espaços. Quando ainda são jovens, o foco da vida está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. O aluguel também é interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.Porém, o que realmente vai determinar a compra ou o aluguel do imóvel é a renda do jovem. Aqueles com menor renda ou que quer economizar prefere os estúdios sem divisórias, já que são boas opções que permitem diferentes formas de utilizar o espaço.Os lofts são outra modalidade, mas para um público de renda mais alta. Aqui, a área social se mistura com a de serviços, mas o quarto e o banheiro ficam em um mezanino, assegurando a privacidade.
Por fim, vale destacar que a comodidade do condomínio também atrai os jovens. Itens como piscina, espaço gourmet, salão de festas, academia e cinema permitem diversão e descanso, sem sair de casa. “O pagamento é mensal e, dependendo das condições financeiras, a taxa pode pesar com o passar do tempo. Para encontrar preços mais acessíveis, é preciso dispensar estes benefícios”, recomenda Freitas.

Fonte: Infomoney

Publicado por blog as 16 de April de 2012

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March27

Creci-PR convoca corretores para a eleição da nova diretoria

Categorias: Mercado imobiliário

A chapa denominada “João Teodoro”, liderada por Admar Pucci Junior, será a única que concorrerá nas eleições do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná, Creci/PR. Atualmente, Pucci exerce o cargo de presidente em substituição ao corretor Alfredo Canezin que está de licença médica.
O prazo para requerimento de registro de candidaturas se encerrou no dia 01 de março, às 15horas, tendo somente esta chapa inscrita. O processo foi deferido pela comissão eleitoral do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, Cofeci.
As eleições serão realizadas no dia 2 de abril via internet, assim os corretores de imóveis poderão votar em casa ou no local de trabalho. Este sistema foi adotado com a intenção de facilitar o voto dos profissionais. O Conselho disponibilizará locais de apoio para aqueles que não possuam acesso à internet.
Para votar, os corretores de imóveis precisam estar em dia com as suas anuidades. Quem está em débito ainda pode acertar a situação para poder votar na segunda-feira da próxima semana. Segundo a resolução do Cofeci Nº 1.241/2012 o prazo para parcelamento das pendências será até dia 26 de março, após está data e até o dia da eleição, só serão aceitos pagamentos à vista. Vale lembrar que o voto é obrigatório, exceto aos profissionais com mais de 70 anos de idade. Quem não votar nem justificar o voto estará sujeito à multa no valor equivalente a uma anuidade. Para votar, cada corretor vai receber uma senha pelo correio.
A chapa a ser votada também concorre ao comando do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci).

Entrega de imóveis deve subir 2,6 vezes em 2012
Um novo ciclo do mercado imobiliário – decorrente do aquecimento da construção civil na última década – começa em 2012: é a entrega das unidades vendidas na planta entre 2008 e 2010. Em 2011, de acordo com estimativa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Paraná (Ademi-PR), foram entregues 2.845 unidades. Em 2012, esse número passará a 7.354 (alta de 158%) e, em 2013, calcula-se que 10.909 casas e apartamentos serão entregues somente em Curitiba.
Mesmo com o acréscimo, a primeira leva de entregas não deve influenciar o preço dos imóveis, porque a quantidade e a localização das entregas são distintas. “Valorizações ou desvalorizações acima da média seriam casos pontuais e não a tendência”, indica o economista Fábio Tadeu Araújo, citando o exemplo de um imóvel que oferece salas comerciais e no qual todos os que compraram uma unidade pretendem revender ou alugar; nesse caso, é provável que caia o preço das salas naquele local.
pesar da expectativa de que os preços permaneçam como estão, os imóveis usados podem sofrer leve pressão de queda de preços. “Antes, havia escassez de imóveis novos, então os usados estavam muito valorizados. Agora que há oferta dos novos, os usados podem ser negociados por preços mais baixos”, analisa Araújo.

Fonte: ilustrado.com.br

Publicado por blog as 27 de March de 2012

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March23

Brasil Brokers apresenta crescimento de 46% no lucro líquido em 2011

Categorias: Mercado imobiliário

Vendas contratadas totais totalizaram R$ 19,4 bilhões no ano passado, representando aumento de 21% em relação a 2010

A Brasil Brokers, maior e mais completo grupo de venda de imóveis do país, registrou em 2011 um lucro líquido de R$ 106,6 milhões, com crescimento de 46% em relação a 2010. No 4º trimestre de 2011 o lucro líquido foi de R$ 22,9 milhões, representando um incremento de 4% em relação ao mesmo período de 2010.
O VGV lançado em 2011 totalizou R$ 37,9 bilhões, o que significou um aumento de 51% em relação ao ano anterior. No 4T11, o VGV lançado alcançou o valor de R$ 12,8 bilhões, um aumento de 29% em relação ao 4T10. As vendas contratadas totais no ano passado chegaram a R$ 19,4 bilhões, um incremento de 21% se comparado à 2010.
A receita líquida obteve um aumento de 21% no ano passado, passando de R$ 335,6 milhões em 2010 para R$ 407,7 milhões em 2011. Quando comparado o último trimestre de 2011 ao de 2010, o crescimento da receita líquida foi de 12%, passando de R$ 100,3 milhões para R$ 112 milhões. O EBTIDA de 2011 foi de R$ 151,7 milhões, um incremento de 25% com relação a 2010. A margem EBTIDA atingiu 37,2% no em 2011.
A margem líquida em 2011 foi de 26,1%, um aumento de 4,5 p.p ao registrado em 2010, que foi de 21,7%. No 4T11, a margem líquida foi de 20,5%, uma redução de 1,5 p.p em relação ao verificado no 4T10, que alcançou 22%.
A Brasil Brokers continua sua consolidação na atuação nacional através da aquisição de novas empresas no país. De junho de 2011 a fevereiro deste ano foram adquiridas seis imobiliárias – nos estados de São Paulo,Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Essas aquisições projetam um VGV adicional estimado em R$ 1,6 bilhão para 2012 (Destas 6 empresas adquiridas, apenas 2 - HomeHunters e VeraBernardes - foram parcialmente consolidadas no resultado da companhia, a partir do 4T11. Os resultados das demais empresas adquiridas no ano não foram consolidados nos resultados de 2011 aqui apresentados).
A força de vendas nacional da Brasil Brokers cresceu 21%, passando de 14.015 profissionais no 4T10 para 16.942 no 4T11.

Publicado por blog as 23 de March de 2012

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March06

Cresce a participação das mulheres no mercado imobiliário

Categorias: Mercado imobiliário

Elas estão conquistando cada vez mais espaço nas universidades, no mercado de trabalho e também no ramo imobiliário, especialmente, quando se trata de locação. Um levantamento realizado pela empresa paranaense Senzala Imóveis revelou que o número de inquilinas cresceu 29% na imobiliária em 2011, em relação ao ano anterior. “As pessoas estão casando mais tarde e as mulheres querem primeiro se estabilizar profissionalmente e financeiramente para depois pensar em constituir a família”, analisa a gerente da imobiliária, Augusta Coutinho Loch.
De acordo com ela, as inquilinas são, em sua maioria, mulheres jovens e solteiras, que chegam à capital paranaense para cursar a universidade, crescer profissionalmente, por conta de transferências pelas empresas onde trabalham, ou porque vão se casar. Nestes casos, a busca é por apartamentos com 50 metros quadrados de área útil, em média, um ou dois dormitórios e custo total de R$ 1 mil por mês.
“Algumas preferem, no mínimo, dois dormitórios para receber visitas de parentes, ou são estudantes que os pais vêm de fora. Os imóveis com um dormitório são para as mulheres que não recebem muitas visitas, não têm carro e querem diminuir custos”, explica Augusta. Para estas, o critério de escolha do imóvel é a proximidade do local em que trabalham e estudam, facilitando o deslocamento. Na área interna, cozinha e suíte são os ambientes que pesam na avaliação. “Ambos os cômodos devem ter armários e um bom tamanho”, destaca.
Outro público que tem aumentado a sua participação para o aluguel de imóveis em Curitiba são as mulheres com idade entre 40 e 60 anos, muitas delas por motivos de divórcio. “Neste caso, elas optam por apartamentos maiores, geralmente antigos, por estarem acostumadas a morar em grandes residências. Além disso, aceitam que o imóvel esteja mais afastado da região central, para diminuir o custo e porque normalmente tem carro, o que facilita o deslocamento”, analisa Augusta.
No momento da assinatura do contrato, a gerente da Senzala Imóveis conta que as mulheres apresentam vantagem. “As mulheres são mais práticas para a organização dos documentos e da ficha cadastral, o que torna o processo de locação mais ágil”, compara.
A participação das mulheres como proprietárias de imóveis também apresenta crescimento. Na Senzala Imóveis, a quantidade dobrou no ano passado, em relação a 2009. E, se engana quem pensa que isto é motivado pelo recebimento de herança. “Muitas estão investindo em imóveis para ter uma renda futura. Elas compraram apartamentos novos, na planta, e estão pagando o financiamento com o rendimento do aluguel”, revela Augusta.

Publicado por blog as 06 de March de 2012

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February16

Grupo Brasil Brokers adquire 55% da Bamberg Consultores de Imóveis

Categorias: Mercado imobiliário

Com o novo negócio, empresa aumenta ainda mais sua participação no mercado de imóveis prontos na cidade de São Paulo.

A Brasil Brokers, maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país, acaba de adquirir 55% do capital social da Bamberg Consultores de Imóveis, com sede em São Paulo, com um pagamento inicial de R$ 10,2 milhões. Para a aquisição dos 45% restantes, a empresa deverá efetuar o pagamento em quatro parcelas anuais variáveis, calculadas com base em uma estrutura de earn-out, em função dos resultados futuros alcançados. O investimento estimado por 100% da Bamberg é de R$ 25,5 milhões.
A Bamberg Consultores de Imóveis é líder na intermediação de imóveis prontos de alto padrão na Zona Sul de São Paulo (SP). Segundo estimativas da Área de Inteligência Competitiva da Brasil Brokers, a imobiliária sozinha possui 15% de share de mercado nessa região.
“Seguimos firmes em nossa estratégia de crescimento no mercado de imóveis prontos em São Paulo. A Bamberg é referência de empresa moderna, eficiente e muito bem administrada. Exatamente o que procuramos para a Brasil Brokers. Essa aquisição poderá aumentar nossas vendas de imóveis prontos na cidade de São Paulo em aproximadamente 45%”, explica Álvaro Soares, Diretor Financeiro e de RI da Brasil Brokers.
No mercado há 26 anos, a Bamberg Consultores de Imóveis possui hoje uma agência no Alto da Boa Vista. Com 65 corretores, a empresa movimentou em 2011 cerca de R$ 200 milhões com negociações de imóveis avulsos nos segmentos residencial e corporativo.

Sobre a Brasil Brokers
Constituída em janeiro de 2007, a Brasil Brokers é hoje o maior e mais completo grupo de vendas de imóveis do país. A companhia está presente em 15 estados mais o Distrito Federal. A Brasil Brokers conta com mais de 17 mil corretores em mais de 1.100 pontos de venda espalhados por todo o país.

Publicado por blog as 16 de February de 2012

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February06

Demora nos desligamentos habitacionais pode trazer prejuízos a compradores e construtoras

Categorias: Mercado imobiliário

O número de unidades entregues em Curitiba deve bater o recorde em 2013, totalizando 10.909 apartamentos, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR). O montante quase quatro vezes maior do que em 2011 e 48% a mais do que a expectativa de entregas para este ano. Proporcionalmente, o desligamento de unidades habitacionais também deve crescer na capital paranaense e é importante que o processo seja ágil para evitar prejuízos a compradores e construtoras.
De acordo com a advogada do escritório Santos Silveiro, Lourdes Helena Rocha dos Santos , é essencial que os agentes financeiros e órgãos públicos estejam aparelhados para atender a demanda e que as empresas da construção civil se antecipem aos prazos. “É necessário o esforço de todas as partes envolvidas, inclusive dos cartórios de registro de imóveis que terão uma demanda extraordinária”, observa.
Lourdes explica que o processo de desligamento é a fase que compreende a assinatura do financiamento, em que o comprador toma empréstimo junto ao agente financeiro para quitar o saldo vendedor do contrato e a construtora recebe este valor do banco, e dá a quitação ao comprador, transmitindo-lhe a propriedade do imóvel. O bem fica alienado ao banco até a conclusão do pagamento.
Segundo a advogada, o prazo médio de realização do desligamento, para que o processo seja considerado bom, é de 30 a 45 dias após a emissão do Habite-se e da averbação da conclusão das obras. “A aprovação do crédito do comprador e a regularização do empreendimento e da documentação da empresa vendedora são indispensáveis para que isto aconteça. Por isso, recomenda-se que a construtora ou incorporadora dê início ao processo de análise de cadastro e renda do cliente, com antecedência ao prazo previsto para o término da obra, a fim de não atrasar o processo”, analisa Lourdes.
A demora no desligamento da unidade habitacional traz consequências para comprador e construtora. Lourdes conta que, para a esta, o resultado é um retardamento do repasse dos recursos da parcela do financiamento, que tem como ônus os encargos financeiros sobre o valor do empréstimo que lhe foi concedido para a realização da obra. Para o comprador, o atraso faz com que tenha que esperar mais tempo para receber a chave do imóvel. “Isto pode gerar uma frustração em relação à aquisição e até o desembolso de um valor maior de recursos do que o planejado, pois, em alguns casos, ele ainda terá que manter o aluguel”, explica.
Para a advogada do Santos Silveiro, o maior gargalo no processo de está na aprovação do crédito do mutuário. “Como o período de construção é longo, a renda do comprador pode mudar até a contratação do financiamento, que pode não se encaixar no rendimento mínimo exigido, ou surgir algum problema em seu cadastro, como a inscrição do seu nome nos programas de proteção ao crédito”, avalia.

Publicado por blog as 06 de February de 2012

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January27

Crédito imobiliário da Caixa deve crescer 20% neste ano

Categorias: Mercado imobiliário

Nos primeiros 20 dias do ano, a Caixa aprovou R$ 4,38 bilhões em financiamentos imobiliários, alta de 75,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A expansão dá ideia do ritmo que o banco quer imprimir às suas operações.
O objetivo é ampliar a liberação de empréstimos imobiliários em 20% neste ano, com o volume total de novos contratos passando de R$ 80 bilhões para R$ 96 bilhões. “Acreditamos que é possível chegar aos R$ 100 bilhões, já que no segundo semestre o ritmo das operações costuma ser mais forte”, disse o vice-presidente, José Urbano Duarte. Dos R$ 96 bilhões, R$ 41,3 bilhões são para o programa Minha Casa, Minha Vida, subsidiado pelo governo, destinado a famílias com renda de até R$ 5 mil.

Publicado por blog as 27 de January de 2012

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